Segundo Itamaraty, brasileiro ferido está hospitalizado. Não há registro de brasileiros mortos após confronto na Faixa de Gaza, que atingiu novo pico após ataque do Hamas ao território israelense.

O Ministério das Relações Exteriores informou neste sábado (7) que identificou um brasileiro ferido e dois desaparecidos após ataque do Hamas a Israel. Não há registros de brasileiros mortos, até o momento, na zona de conflito no Oriente Médio.

Mais cedo, em nota, o Itamaraty informou que mantem contato com cerca de 90 brasileiros que vivem na Faixa de Gaza ou nas cidades de Israel na zona de conflito entre israelenses e palestinos.

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Segundo o Itamaraty, ao todo, a estimativa é de que 14 mil brasileiros vivem em Israel, e outros 6 mil, na Palestina – a grande maioria, fora da área dos ataques registrados neste sábado.

O movimento islâmico armado Hamas bombardeou Israel na manhã deste sábado, pelo horário local, em um ataque surpresa considerado um dos maiores sofridos pelo país nos últimos anos.

Até as 15h35 (horário de Brasília), o Itamaraty registrou um brasileiro ferido, que está hospitalizado e estável, e dois desaparecidos. Não há registro de brasileiros mortos na região. Segundo o ministério:

 

  • o Escritório de Representação em Ramalá, cidade palestina na Cisjordânia, mantinha contato com representantes dos cerca de 30 brasileiros que vivem na Faixa de Gaza;
  • a Embaixada do Brasil em Tel Aviv, em Israel, monitorava a situação dos cerca de 60 brasileiros em Ascalão e outras cidades na "zona de conflito".

Ataque a Israel e retaliação

Segundo os serviços de emergência, até as 13h deste sábado (no horário de Brasília) ao menos 298 pessoas tinham morrido. O número incluía 100 óbitos em Israel e 198 na Faixa de Gaza, a partir da retaliação israelense. Havia, ainda, outros milhares de feridos.

Os ataques aconteceram principalmente na parte sul do país. Milhares de foguetes foram lançados e, em comunicado, os militares de Israel afirmaram que “vários terroristas infiltraram-se no território israelita a partir da Faixa de Gaza”.

 

 

FONTE/CRÉDITOS: G1