A crise no abastecimento de água em Mateus Leme, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, ganhou um novo capítulo nesta ultima terça-feira (13). A Prefeitura anunciou que decidiu rescindir unilateralmente o contrato com a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) e informou que pretende assumir os serviços de abastecimento no município.

De acordo com a administração municipal, a medida foi motivada pelas constantes reclamações da população e pela continuidade dos problemas no fornecimento de água. Segundo a prefeitura, há relatos de moradores que chegam a permanecer até sete dias consecutivos sem abastecimento regular, situação que compromete atividades essenciais, como higiene pessoal, limpeza doméstica e preparo de alimentos.

Prefeitura promete providências

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Diante das reclamações, o município informou que adotará as medidas administrativas e legais necessárias para formalizar a rescisão contratual e organizar a transição dos serviços.

A administração municipal também prevê comunicar oficialmente a concessionária e aplicar as penalidades cabíveis em caso de descumprimento das obrigações contratuais identificadas.

Copasa apresenta justificativa

Em resposta, a Copasa informou que ainda não havia sido notificada oficialmente sobre a decisão ou sobre eventual processo de rompimento do contrato.

A companhia atribuiu as oscilações no abastecimento ao aumento do consumo registrado nos últimos dias, em razão das altas temperaturas. Segundo a empresa, as áreas afetadas estão recebendo atendimento emergencial por meio de caminhões-pipa.

População aguarda solução para a falta de água

Embora a prefeitura tenha anunciado a decisão, a rescisão ainda depende da formalização dos procedimentos administrativos e legais. A possível mudança na gestão do abastecimento deverá ter novos desdobramentos nos próximos dias.

Enquanto isso, a regularidade do fornecimento de água permanece como uma das principais preocupações dos moradores afetados. A expectativa é que as medidas anunciadas resultem em uma solução efetiva para o problema e garantam à população o acesso contínuo a um serviço essencial.

FONTE/CRÉDITOS: G1